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A primeira parada foi no Museu do Café, que conta com um enorme acervo de itens históricos relacionados tanto à produção quanto ao consumo de café. O museu também conta com um acervo bibliográfico que mostra a história do café no Brasil e no mundo, e também como o café é feito desde a sua cultivação até suas etapas finais para chegar ao consumidor. 

O hoje museu já foi o palco da Bolsa do Café, ou Palácio da Bolsa Oficial do Café, um centro de negociação de café. Nele se encontra o salão do Pregão. 

O Salão do Pregão era o coração da Bolsa Oficial de Café. Ali era o cenário da sua principal razão de ser: as negociações de café mediadas pelos corretores. No auge de seu funcionamento, na década de 1920, os pregões marcavam o ritmo da Praça de Santos

Dentro do pregão, só eram permitidos atuar Corretores Oficiais, que eram nomeados diretamente pelo Estado após cumprirem as exigências necessárias. Além das partes envolvidas nas negociações, todos que queriam acompanhar os possíveis direcionamentos do mercado também podiam assistir o pregão.


Ao longo do museu é possível encontrar diversos itens e acervos que nos ensina sobre o cultivo, os tipos de café, além apresentar diversos itens, elementos, explicações e acervos relacionados à extração, história e consumo do café


Outra parte muito interessante do museu é a sala com diversos painéis com uma linha do tempo que conta toda a história do café, desde suas origens sem muitos registros na antiguidade, no norte da África, passando pela segunda guerra, como se deu se originou e expandiu seu comércio pelo mundo, sua chegada ao Brasil, a construção do porto de Santos e sua relevância cultural e comercial ao longo dos anos e até hoje.



No museu também há um painel interativo onde é possível sobrepor ou colocar lado a lado os mapas e  visualizar como a cidade de Santos cresceu e expandiu ao longo dos anos, principalmente em função da construção do porto:

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